quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Gravações!

Na terça-feira as gravações do núcleo da Julinha. E mais duas devem acontecer durante a semana, então logo vai entrar aqui uma barrinha de progresso para todo mundo poder acompanhar o desenvolvimento das gravações.

 

A semana que vem vai ser bastante movimentada!

 

Até!

 

domingo, 23 de agosto de 2009

Paquetá

Primeiramente, desculpem a ausência. Problemas com a rede e com infecções no PC nos tiraram do ar por alguns dias.

 

Marcello (diretor geral) esteve em Paquetá, onde algumas das cenas serão gravadas e trouxe imagens belíssimas de locais que podem vir a servir de locação.

 

Gostaríamos de agradecer o Fred Mascarenhas que tem feito a intermediação com a Ilha e ao Lauro André de Campos, administrador de Paquetá, que recebe o nosso projeto de braços abertos.

 

Aqui, algumas fotos dos locais.

;)

 

Vista de Longe Cemitério Cemitério Praia da Morenhinha Praia da Morenhinha Praia da Morenhinha Parque Parque Parque Parque Parque Parque Parque Parque Parque  Parque Parque   Parque Parque Pier Praça Praia Preventório Preventório Preventório Preventório Preventório

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Até mais!

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Primeira reunião com a equipe definitiva

Boa noite. Na segunda-feira, dia 27 de julho, reunimos os atores de Boto Negro. Foi bastante produtivo! Abaixo algumas fotos. Lamentamos a qualidade (o flash não ligou)… rs.

 

Flávia Guimarães, Fausta Moreira, Naluh DuArte Anna Neves e Crislaine Godoy Crislaine Godoy e Tainá Louven Aléxia Cabral, Anna Neves e Gláucia Cabral Eduardo Lassah, Joana D'arc, Marcelo Santiago e Fred Mascarenhas Joana D'arc e Anna Neves Carolina Lyra, Aléxia Cabral e Renato PeresWanderley Borges, Denise do Valle, Anna Neves, Fausta Moreira e Marcello Van Rophhns Crislaine Godoy, Anna Neves e Tainá Louven Antonio Souto, Ana Mirian Moraes, Fred Mascarenhas, Renato Peres, Fausta Moreira, Naluh DuArte, Marcelo Santiago, Tainá Louven, Crislaine Godoy, Aléxia Cabral, Carolina Lyra - abaixo: Denise do Valle, Joana D'arc, Anna Neves, Eduardo Lassah e Wanderley Borges

 

Infelizmente não puderam estar presentes a Ana Suely Malta, Thales Correa, Roberto Li Marques e Bárbara Mariana. :(

 

 

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Atlântida vs. Atlântida de Boto Negro

Ao contrário do que muitos imaginam, Atlântida não recebeu esse nome por supostamente se localizar no Oceano Atlântico, mas sim por causa do gigante Atlas, filho de Poseidon (Netuno), o deus dos mares.

 

A ilha era governada por dez reis descendentes de dez filhos de Poseidon e teria sido destruída por um castigo dos deuses, pois com a intenção de dominação, os atlantes teriam tentado invadir outras terras (incluindo a Europa), desrespeitando o território de outros deuses.

 

Marcello V. Rophhns: “Sempre quando ouvia essa história, me ocorria um pensamento: ‘que tipo de catástrofe poderia ser associada a um castigo incomum? Um castigo dos deuses?’ Bem, os deuses estão num plano acima, muitas vezes no céu… Que castigo viria do céu? Por volta de 1999 conheci uma teoria que endossou o castigo do céu.

 

“O engenheiro e pesquisador Otto Muck e escritor do livro “Alles Uber Atlantis” (O Fim da Atlântida) propõe que durante um alinhamento entre a Lua, o Sol e Vênus em 5 junho de 8498 a.C. (data do início do calendário maia), um corpo celeste de 10km de diâmetro sofreu a interferência gravitacional do alinhamento, desviando-se do seu curso e se chocando com a Terra.

 

“Por volta das 20 horas (horário no local onde ocorreu o choque), o asteróide, que veio da direção nordeste, atingiu um ponto próximo ao atual Golfo do México.

 

“O Impacto teria liberado a energia de 3.000 bombas de hidrogênio e teria fraturado o fundo do mar (Dorsal do Atlântico).

 

“Terremotos, tsunamis, explosões vulcânicas, núvens de poeira, baixa da temperatura e outras desgraças teriam se abatido sobre o mundo.

 

“Para muitos, a Atlântida ficava sobre a Dorsal do Atlântico. Considerando isso, a rachadura no fundo do mar poderia facilmente destroçar a ilha.

 

“Embora não citemos nem o nome e nem sua localização, o expectador pode esperar uma destruição de proporções radicais. E isso iremos mostrar em Boto Negro”.

 

 

Baixar o e-book “O Fim da Atlântida” de Otto Muck (pdf) – 4Shared

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sábado, 25 de julho de 2009

A Atlântida do filme Boto Negro

Atlântida é uma cidade lendária que teoricamente existiu em uma ilha de mesmo nome.

 

O grande filósofo grego Platão escreveu a história em torno de 360 a.C nos livros Crítias e Timeu. Essa história teria sido contada por Sólon, avô de Crítias, que por sua vez a teria escutado de sacerdotes egípcios de um templo em Sais – capital do Baixo Egito.

 

Um grande cataclismo teria destruido a ilha por volta de 9.600 a.C ou, aproximadamente 11.600 anos dos dias atuais.

 

No filme, a história da Atlântida é contada em tom de narrativa pelo Boto, personagem interpretado pelo ator Roberto Li Marques. Curiosamente, nem o nome e nem a localização de Atlântida, ou Poseidônis (como também era conhecida), são citados. Fizemos isso propositadamente, pois como alguns estudiosos acreditam que a lenda foi adaptada de fatos reais (como por exemplo a explosão da ilha de Thira e a consequente destruição da civilização minóica na ilha de Creta), acreditamos manter, assim, a história em níveis aceitáveis de credibilidade.

 

Mas que cataclismo seria suficiente para destruir uma ilha chamada por muitos, inclusive, de continente?

 

Em Boto Negro optamos por uma ilha grande, mas não de dimensões continentais.

 

Em 27 de agosto de 1883, o vulcão Perbuatan destruiu a metade norte da ilha de Cracatoa, que ficava entre Java e Sumatra. Foram quatro violentas explosões que arrancaram uma área de 23 km² e 300 metros de altura (a energia suficiente para realizar este feito é equivalente à 100 bombas de hidrogênio). As cinzas vulcânicas caíram por sobre uma área de 1.000.000 km². O pôr e o nascer do sol nos Estados Unidos e Europa durante anos foram espectaculares devido à poeira que pairava suspensa na atmosfera. Tsunamis atingiram a costa matando mais de 36.300 pessoas. Em alguns locais, com ondas de 28 à 30 metros de altura (é bom lembrar que as maiores ondas da tsunami de 2004 oscilavam entre 10 e 12 metros).

 

A catástrofe da Atlântida de Boto Negro será maior. Pelo menos similar a que destruiu a ilha de Thira (seis vezes mais forte).

 

Um fator vai desencadear essa explosão, mas isso você vai conhecer nos próximos posts.

 

Até lá!